Este estudo combina três origens, sempre sinalizadas: (a) estimativas de imprensa e do setor, (b) projeções editoriais transparentes (tendência, não valor absoluto) e (c) dados do próprio acervo do Relacionamento Sugar (verificáveis). Não é uma pesquisa primária com amostra probabilística. Ao citar, use “estimativa” ou “projeção” conforme o rótulo de cada gráfico.
Resumo executivo
Onde há mais sugar babies e daddies no Brasil? Reunimos os rankings divulgados pela imprensa (por cidade, estado e universidade) — com a fonte de cada um. Adiantamos a ressalva mais importante: não existe dado por bairro.
1. Ranking por cidade
Segundo levantamentos divulgados pela imprensa, o ranking de cidades com mais cadastros é liderado por São Paulo, seguido de Rio de Janeiro e do estado de Minas Gerais; Brasília aparece por volta da 7ª posição.
| Posição | Cidade/UF | Fonte |
|---|---|---|
| 1º | São Paulo | ND Mais |
| 2º | Rio de Janeiro | Portal Goytacazes |
| ~7º | Brasília (DF) | Metrópoles |
2. Por estado e região
| Recorte | Dado (segundo a fonte) | Fonte |
|---|---|---|
| Rio de Janeiro | 2º estado com mais mulheres cadastradas | Portal Goytacazes |
| Sul do país | Santa Catarina lidera a região Sul | ND Mais |
| Brasil (universitárias) | Cerca de 5 milhões cadastradas; idade média ~27 anos | ND Mais |
Veja também nossa cobertura editorial por cidade e por estado.
3. Ranking por universidade
Um levantamento de plataforma divulgado pela imprensa apontou as instituições com mais sugar babies cadastradas. Mais de 80% dos provedores ajudariam com livros, mensalidade e materiais, segundo a mesma fonte.
4. No mundo: onde o sugar é maior
Fora do Brasil, os Estados Unidos concentram o maior mercado, com forte peso de grandes cidades (dados de plataforma):
Na Europa, a Turquia lidera em buscas mensais; na América Latina, o México registra o maior número em plataforma. Veja o panorama completo no estudo de cultura e mídia.
5. E os dados por bairro?
Não existe base pública confiável de sugar babies/daddies por bairro. Rankings sérios vão até cidade, estado ou universidade — e mesmo esses são de plataformas (cadastros), não do total real da população. Qualquer “ranking de bairros” com números exatos é invenção. Preferimos perder a manchete a inventar o dado.
6. Polêmicas
- Universidades no debate: reportagens sobre rankings de faculdades geram discussão sobre vulnerabilidade econômica de estudantes.
- É trabalho sexual? Há disputa acadêmica e social; um artigo científico defende que o arranjo não se reduz a isso (ver pesquisas acadêmicas).
- Dados de plataforma x realidade: números de cadastro não medem a população real — cuidado ao citar.
Para a imprensa
Cite a fonte de cada ranking (linkada) e o Relacionamento Sugar pela curadoria. Media kit.
